05ª Instrução Opus Ipsum
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O princípio da Autolapidação atinge sua maestria quando o Cavaleiro Artífice deixa de ser escravo das circunstâncias para se tornar senhor de si mesmo. A verdadeira obra não consiste em moldar o que está fora, mas em garantir que o que habita o Santuário Interno permaneça livre, soberano e orientado para o Eterno.
O Senhorio das Ações: A Lapidação da Liberdade Interior
1. A Liberdade do Verdadeiro Cavaleiro Artífice
A Autolapidação exige que, em qualquer ambiente ou ocupação, você mantenha o seu interior preservado. O objetivo da Grande Obra Pessoal é dominar as coisas temporais, impedindo que elas exerçam domínio sobre o espírito.
A Emancipação do Ser: O verdadeiro Cavaleiro Artífice é aquele que alcança a liberdade emanada por Deus, elevando-se acima de tudo o que é transitório e profano.
O Uso Ordenado do Mundo: Deve-se olhar para as coisas do mundo apenas de relance, servindo-se delas estritamente conforme o fim para o qual foram criadas, sem permitir que o coração nelas se enraíze.
2. O Santuário do Coração: A Consulta ao Senhor
Para não ser enganado pelas aparências ou por discursos de fingida piedade, o Cavaleiro Artífice deve desenvolver o hábito da prudência vigilante.
Para Além da Superfície: Não julgue com os olhos carnais nem se demore na superfície de palavras sedutoras.
O Refúgio no Santuário Interno: Diante de qualquer negócio, dúvida ou perigo, entre imediatamente no tabernáculo do seu coração para consultar o Senhor. A prática da oração e da reflexão é o maior refúgio contra as armadilhas do mundo.
O Perigo da Autossuficiência: O Cavaleiro Artífice que confia apenas em seu próprio julgamento torna-se vulnerável ao engano. A verdadeira soberania nasce da humildade de buscar a orientação superior, principalmente através da prática da oração e da reflexão.
3. As Marcas da Verdadeira Liberdade
A alma que foi retamente lapidada apresenta sinais claros de desapego, firmeza e suavidade.
Desapego das Consolações: O coração livre recebe as aflições com a doçura possível à natureza humana. Ele aceita as consolações como um descanso necessário, mas não se acorrenta a elas.
Flexibilidade na Obra: O apego não deve estar preso nem mesmo às práticas externas. Se um dever superior impedir a meditação, a alma livre não sente remorso, pois sua vontade está fundida na Vontade de Deus, e não no método.
A Alegria Imutável: Dificilmente se perde a alegria quando o coração não está apegado ao efêmero. A privação não entristece quem já possui a plenitude no Criador.
4. A Suavidade e a Condescendência Operativa
O efeito final da lapidação é uma profunda doçura de espírito e uma alma que se curva docilmente a toda virtude.
O Equilíbrio do Artífice: Uma alma verdadeiramente livre mantém o semblante inabalável e o coração afetuoso, mesmo diante das interrupções ou importunos do cotidiano.
Servir na Interrupção: Para o Cavaleiro Artífice, é o mesmo servir a Deus no silêncio da meditação ou no suporte paciente ao próximo. Ambas são expressões da Grande Obra Pessoal destinadas àquele exato momento.
Conclusão para sua Caminhada
A Autolapidação não busca a rigidez da pedra, mas a suavidade espiritual da pedra lapidada. Estar presente no "agora" significa ter um coração tão desapegado que ele pode ser movido para qualquer lado pela Mão de Deus, sem irritação e com total adaptabilidade. Que sua jornada seja marcada por essa liberdade soberana, transformando cada instante em um exercício da ação consciente.
Assim seja!
Você colocará a mão direita sobre o coração.
Comprometo-me por minha honra e por minha fé, a prestar auxílio caridoso à nobre e respeitável causa da Sublime Classe da Ordem Opus Ipsum do Brasil, pautando minha ação pelos sãos princípios desta instituição legal e legítima, devidamente reconhecida pelos órgãos oficiais que representam a República Federativa do Brasil e chancelada pelo compromisso de apoio que mantém junto ao UNICEF.
Você colocará a mão direita sobre a Bíblia Sagrada.
Nosso Pai do céu.
Revela-nos quem tu és.
Dá um jeito neste mundo.
Faz o que é melhor, tanto aí em cima, quanto aqui embaixo.
Conserva-nos vivos com três boas refeições.
Preserva-nos perdoados por ti e perdoando os outros.
Guarda-nos de nós mesmos e do Diabo.
Tu estás no comando!
Tu podes fazer tudo o que quiseres!
Tua beleza é fascinante!
Assim seja!
Está encerrada a Instrução.
A validade e a legitimidade desta Instrução, bem como de seu respectivo Diploma, residem na integridade com que você acolhe e pratica os princípios nobres que acaba de ler, e no quanto seu coração está sensível à causa do Bem e da Caridade.
