03ª Instrução Opus Ipsum
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Um dos princípios da Autolapidação que abordaremos nesta Instrução, exige que o Cavaleiro Artífice transforme a pedra bruta de sua personalidade, removendo o excesso de vaidade e a dependência da aprovação externa. Esta é uma etapa crucial da Grande Obra Pessoal, onde o polimento da alma se dá através da resistência firme contra as pressões do mundo profano.
O Cinzel do Julgamento Humano: Guia para a Autolapidação
1. A Consciência como Base da Obra
A lapidação começa com o fortalecimento do Santuário Interno, onde a única voz que realmente importa é o testemunho da própria consciência perante Deus.
Confiança Divina: O Cavaleiro Artífice deve depositar sua confiança absoluta em Deus, transcendendo os juízos humanos, desde que sua consciência ateste sua integridade e pureza de intenção.
Humildade no Sofrer: Receber o julgamento alheio com serenidade é um exercício salutar para o coração, que aprende a confiar mais em Deus do que nas próprias certezas.
A Impossibilidade de Agradar: Deve-se buscar a edificação do próximo, mas aceitar, como um fato da construção social, que é impossível satisfazer a todos ou evitar o desprezo de quem ainda caminha nas sombras.
2. A Proteção Contra a "Inchação" do Ego
As injúrias e as críticas funcionam como testes de carga para verificar a qualidade da "pedra" que compõe o caráter do Cavaleiro Artífice.
O Antídoto da Cortesia: A humildade e a cortesia verdadeiras atuam como um verniz protetor contra a arrogância provocada pelas ofensas.
O Diagnóstico da Reação: Se o Cavaleiro Artífice exaspera-se ao ser atacado, é sinal de que sua autolapidação ainda é superficial e sua humildade, artificial.
O Valor do Desprezo: Se o mundo nos despreza, devemos manter a calma, pois o julgamento da massa é cego; se nos estima, devemos ser cautelosos, para que o aplauso não interrompa o ritmo do cinzel.
3. A Substituição do Medo pelo Temor Sagrado
O trabalho de Autolapidação requer que o Cavaleiro Artífice pare de esculpir sua imagem para a plateia e foque na sua essência eterna.
A Fragilidade do Homem: Não se deve temer o homem mortal, cuja existência é um sopro; o único temor legítimo é o temor sagrado a Deus, o Senhor da Obra.
Inutilidade das Queixas: Buscar vingança ou perder-se em queixas apenas atrasa a ação. Quem ofende prejudica a si mesmo perante o Juízo Divino muito mais do que ao ofendido.
Preservação da Coroa: Sucumbir à impaciência diante de uma injúria diminui a "coroa" do progresso espiritual e empena a régua da retidão.
4. A Prática do Silêncio e da Resposta
A lapidação também envolve a sabedoria de saber quando devemos devemos nos silenciar e quando devemos nos posicionar.
Entrega a Deus: Deve-se entregar a própria defesa às mãos da Providência, enfrentando línguas maldizentes com a arma do silêncio operante.
A Resposta Necessária: O silêncio é a regra áurea, mas uma resposta firme e salutar pode ser dada ocasionalmente para evitar que a mentira escandalize os fracos.
Foco no Alto: Em momentos de confusão, o Cavaleiro Artífice deve elevar os olhos ao céu, confiando que Deus livrará sua alma e retribuirá a cada um conforme a exatidão de suas obras.
Conclusão para sua lapidação
Não procure averiguar o que o mundo pensa, nem se desgaste com o mérito ou o desdém dos profanos; deixe que o tempo diga o que quiser. A verdadeira Grande Obra Pessoal é aquela que permanece serena enquanto o cinzel trabalha. A alma feliz é aquela que encontra seu centro no Santuário Interno e ali realiza o seu exercício da ação em paz.
Assim seja!
Você colocará a mão direita sobre o coração.
Comprometo-me por minha honra e por minha fé, a prestar auxílio caridoso à nobre e respeitável causa da Sublime Classe da Ordem Opus Ipsum do Brasil, pautando minha ação pelos sãos princípios desta instituição legal e legítima, devidamente reconhecida pelos órgãos oficiais que representam a República Federativa do Brasil e chancelada pelo compromisso de apoio que mantém junto ao UNICEF.
Você colocará a mão direita sobre a Bíblia Sagrada.
Nosso Pai do céu.
Revela-nos quem tu és.
Dá um jeito neste mundo.
Faz o que é melhor, tanto aí em cima, quanto aqui embaixo.
Conserva-nos vivos com três boas refeições.
Preserva-nos perdoados por ti e perdoando os outros.
Guarda-nos de nós mesmos e do Diabo.
Tu estás no comando!
Tu podes fazer tudo o que quiseres!
Tua beleza é fascinante!
Assim seja!
Está encerrada a Instrução.
A validade e a legitimidade desta Instrução, bem como de seu respectivo Diploma, residem na integridade com que você acolhe e pratica os princípios nobres que acaba de ler, e no quanto seu coração está sensível à causa do Bem e da Caridade.
