01ª Instrução Opus Ipsum
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Um dos princípios da Autolapidação que abordaremos nesta Instrução, é o trabalho constante de desbastar as arestas da própria alma para que a Luz Eterna possa brilhar sem impedimentos. Para o Cavaleiro Artífice, esta é a execução primordial de sua Grande Obra Pessoal: transformar a densidade da matéria na transparência do espírito.
O Guia da Autolapidação Espiritual
1. A Intenção: O Foco na Unidade
A lapidação inicia-se com a definição do objetivo central: "Meu Deus é meu tudo!". Esta afirmação deve ser o cinzel que remove o supérfluo do caráter. O Cavaleiro Artífice compreende que, enquanto as distrações do mundo profano fragmentarem sua atenção, a pedra permanecerá bruta. Somente o amor incondicional a Deus torna a alma aprazível, sossegada e pronta para o ajuste perfeito no Templo.
2. A Escolha: Trocar o Efêmero pelo Eterno
Lapidar-se exige o discernimento entre a "luz criada" (as ilusões temporais) e a "luz incriada" (a Verdade eterna).
A Mortificação: Deve-se desbastar a vaidade e os desejos mundanos para que o espírito se manifeste em sua plenitude.
A Verdadeira Sabedoria: O conhecimento superficial do mundo é insuficiente. O verdadeiro Cavaleiro Artífice é aquele que troca a vaidade das opiniões pela solidez da Verdade Divina.
3. O Conflito: O Desafio do Homem Velho
Reconheça que a obra é contínua: ainda habita em nós o "homem velho", aquela natureza instintiva que move guerras interiores contra o espírito. A Autolapidação é uma luta contra as revoltas da alma que impedem a tranquilidade. No Santuário Interno, é necessário clamar por um "raio do alto" que penetre o íntimo, purificando e vivificando as potências da alma para que a harmonia prevaleça sobre o caos.
4. O Método: A União Transmutadora
Para que a união com o divino seja sólida, não basta um contato superficial. O sentimento da bondade celeste deve ser mantido no coração através de uma ação prática de interiorização:
Incorporação ao espírito: Assim como o mel revela sua doçura quanto mais tempo permanece no paladar, as palavras sagradas devem ser saboreadas devagar até que se tornem parte da essência do Cavaleiro Artífice.
Extensão da Intimidade: Através deste exercício, o sentimento de união expande-se, permeando todo o sabor do espírito com uma suavidade infinita.
5. O Refúgio Final: A Entrega e a Proteção
Quando a impetuosidade das paixões — o "furor das ondas" — ameaçar o progresso do trabalho, o Cavaleiro Artífice deve buscar refúgio na Destra Divina. A força para esmagar o que impede a paz não emana da nossa vontade isolada, mas da conexão com a Fonte Glorificada.
Conclusão para sua Prática
A alma que atinge a plenitude na Grande Obra Pessoal é aquela que, na tranquilidade do coração, conserva a presença de Deus no "topo e supremo pico do espírito". Não se trata de uma emoção sensível e passageira, mas de um amor que reina e realiza seus exercícios principais no âmago do ser. Que esta instrução seja o norte para o seu exercício da ação e para a evolução constante da sua marca no Templo da Humanidade.
Assim seja!
Você colocará a mão direita sobre o coração.
Comprometo-me por minha honra e por minha fé, a prestar auxílio caridoso à nobre e respeitável causa da Sublime Classe da Ordem Opus Ipsum do Brasil, pautando minha ação pelos sãos princípios desta instituição legal e legítima, devidamente reconhecida pelos órgãos oficiais que representam a República Federativa do Brasil e chancelada pelo compromisso de apoio que mantém junto ao UNICEF.
Você colocará a mão direita sobre a Bíblia Sagrada.
Nosso Pai do céu.
Revela-nos quem tu és.
Dá um jeito neste mundo.
Faz o que é melhor, tanto aí em cima, quanto aqui embaixo.
Conserva-nos vivos com três boas refeições.
Preserva-nos perdoados por ti e perdoando os outros.
Guarda-nos de nós mesmos e do Diabo.
Tu estás no comando!
Tu podes fazer tudo o que quiseres!
Tua beleza é fascinante!
Assim seja!
Está encerrada a Instrução.
A validade e a legitimidade desta Instrução, bem como de seu respectivo Diploma, residem na integridade com que você acolhe e pratica os princípios nobres que acaba de ler, e no quanto seu coração está sensível à causa do Bem e da Caridade.
